28 Out

A importância do marketing digital nas empresas

Todos sem excepção queremos uma vida boa! Isto que fique claro, e não tem mal nenhum nisso, antes pelo contrário. O problema é que a maioria de nós não tem definido (com exactidão), o que significa uma vida boa.

A hostinet percebeu que o significado de uma vida boa, para a maioria dos nossos clientes, é uma vida com mais e melhores resultados, sejam eles em que áreas forem.

Esta reestruturação que fizemos nos últimos anos tem como um dos grandes objetivos, proporcionar as ferramentas e o conhecimento para que se reúnam as condições ao desenvolvimento das competências que conduzem a uma vida com mais e melhores resultados, no fundo, a uma vida boa.

Percebemos no entanto que existem uma série de lacunas nas estruturas empresarias dos nossos clientes, parceiros, e amigos, que dificultam o progresso rumo aos seus objectivos.

Uma das mais evidentes tem a ver com a comunicação que estão a fazer, e para onde!

Costumamos ver com regularidade empresas a comunicarem de uma forma completamente desenquadrada com os tempo que correm para um publico que não está minimamente interessado no que tem para dizer e oferecer. Ou seja, fora do seu nicho de mercado.

Para entender um pouco melhor o que se está a passar “lá fora”, e de que forma os mercados estão a comunicar, um senhor chamado Philip Kotler, descreveu de forma representativa, o marketing em 3 estágios diferentes – 1.0, 2.0, 3.0.

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Ainda assim, continuam a existir estruturas empresariais que questionam a importância de uma boa estrutura de marketing digital, nas empresas.

  • Permite desenvolver uma relação com as pessoas, muito antes de se tornarem clientes. Aliás, existem muitos seguidores que, sem que ainda se tenham tornado clientes, referenciam as empresas aos seus círculos de influencia;
  • Aumenta de forma exponencial a credibilidade da empresa, uma vez que o valor começa a ser partilhado com uma audiência que pode, ou não, ser cliente;
  • É um processo de compra classificado como “Pull” ao invês do “Push”;
  • Permite conhecer a empresa de vários “ângulos”, perspectivas, percebendo também que tipo de cultura promovem;
  • É actual. Permite uma facilidade de acesso à sua plataforma virtual feita desde qualquer dispositivo móvel;
  • Diferencia qualquer empresa, dos demais players do mercado.

Para completar esta lista, vamos conhecer também algumas das vantagens que uma estrutura desta natureza proporciona:

  • Mais rápido;
  • Mais económico;
  • Mais actual;
  • Mais automatizado;
  • Mais monetizável;
  • Mais mensurável;
  • Mais flexível;
  • Mais livre;
  • Mais “Sexy”;
  • Mais altruísta;
  • Mais e melhores resultados

 

Posto isto, existe uma pergunta que qualquer empreendedor, rendido às evidências, se deve estar a colocar:

– O quê, como, e quando fazer?

Sendo esta uma das perguntas mais pertinentes e importantes, quando abordamos este tema, preparámos uma lista de 7 passos que qualquer empresa, empresário, ou empreendedor, deve percorrer se quiser desenvolver com sucesso uma presença digital profissional, sustentada e, acima de tudo, atractiva.

 

1º Passo – Montar um Blog ou Site.

Bill Gates proferiu uma célebre frase que diz o seguinte:

“Se o seu negócio não está na internet, ele não existe!”

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Este passou a ser o cartão de visita da sue estrutura empresarial. Muito antes de alguém se tornar seu cliente vai, provavelmente “cuscar” aquilo que tem para oferecer.

Não tanto os produtos ou serviços que tenha para oferecer, mas sim de que forma, uma pessoa normal e comum pode beneficiar com eles (não se esqueça que comunicamos nume era onde os valores de uma empresa tomaram grandes proporções).

Seja generoso/a com este passo, e cuide bastante desta parte, pois tal como nunca teremos uma segunda hipótese de causar uma boa primeira impressão no mercado tradicional, também aqui o mesmo principio se aplica!

 

2º Passo – Subscrever um “armazém de contactos” – autorresponder.

A maior parte das pessoas que tem uma presença no mercado digital nem sabe o que este passo significa. Pensam que depois de ter um site ou blog bem montado e “apetitoso” podem começar a divulgá-lo nas redes sociais com o intuito de se fazerem vendas. Há quem espere sentado atrás de um monitor que as primeiras “notas de encomenda” comecem a chegar! Depois, como tal não acontece (ao menos à velocidade e com a intensidade esperada), criticam o site, o blog, ou o programador que lhes montou a estrutura por ter feito algo que não funciona.

Ter um autorresponder significa ter um espaço onde, quem nos visita, pode subscrever as nossas listas, permitindo dessa forma que nos comuniquemos com uma maior proximidade com essas pessoas. Tal como quando visitamos um site ou um blog e, por gostarmos tanto da informação que lá se partilha, procuramos com entusiasmo subscrever a newsletter na esperança de que nos continuem a enviar tão bom conteúdo – é assim que funciona!

Este serviço, para além dessa funcionalidade, armazena outras de igual importância, permitindo uma comunicação mais directa e pessoal com esses contactos com o envio de emails.

 

3º Passo – Gerar tráfego

Depois de montada esta parte podemos, e devemos, começar a “mandar” pessoas para a nossa estrutura, pois ela encontra-se devidamente preparada para as receber – como deve de ser.

Este tráfego pode vir de vários locais na internet, mas o mais comum é o que vem das redes sociais, depois de partilharmos devidamente o nosso conteúdo.

Também aqui nós podemos aumentar o fluxo de visitas ao nosso espaço se optarmos por formas de gerar tráfego pagas. O que nós aconselhamos, numa fase inicial, é que se centre apenas na partilha de conteúdo de qualidade nas redes sociais, sem nunca menosprezar o ranqueamento SEO ( Search Engine Optimization), que deriva do conteúdo escrito. Esta é a parte que o Google mais gosta, e que muito nos interessa, uma vez que tem a ver com tráfego orgânico, resultante das pesquisas que as pessoas fazem.

 

4º Passo – Capturar contactos interessados na nossa comunicação.

Nem todos se vão identificar com a nossa mensagem. Aliás, nem nós queremos “vender tudo a todos”! Vai existir uma pequena percentagem de pessoas (depende do produto, serviço, ou projecto que estejamos a desenvolver), que se identificam realmente com a nossa mensagem, e até aprendem com ela.

São esses os contactos que se vão querer aproximar de nós para que, de uma forma mais pessoal, nos comuniquemos com eles.  Tal como referimos no passo 2, conseguem essa proximidade colocando os seus dados nos formulários que se encontram nas nossas estruturas digitais (sites e blogs), fornecidos pelos autorresponders.

Chamamos a este processo, captura de contactos.

 

5º Passo – Desenvolver uma relação com esses contactos

O passo seguinte, depois de capturados os contactos, é desenvolver uma relação com eles. Nunca nos podemos esquecer que o relacionamento aumenta na medida do valor, do cuidado, e do interesse que genuinamente partilhamos com a nossa lista.

Queremos acima de tudo que as pessoas se sintam bem connosco, e que , se possível, aprendam com esta relação. Independentemente de se tornarem cliente ou não, se essas pessoas sentirem conforto na nossa comunicação, vão nos referenciar ao seu circulo de amigos e contactos próximos. É aqui onde a magia desta comunicação começa!

 

6º Passo – Criar uma oferta

De nada serve seguirmos os passos atrás descritos se não estruturarmos uma boa oferta. Um produto ou serviço que queiramos comercializar.

Assiste-se com regularidade a estruturas digitais que passam a vida a “alimentar” os seus seguidores com bom conteúdo, mas que depois não conseguem ganhar a sustentabilidade necessária para manter as estruturas vivas. Não teria problema se o objectivo fosse só o da partilha altruísta e filantropa de formação e informação.

Toda esta comunicação serve, no fundo, um propósito, aumentar a facturação da empresa.

 

7º Passo – Ajudar genuinamente os nossos clientes a terem mais e melhores resultados.

Este passo é só para quem quer ter resultados extraordinários com as suas empresas, começando pela parte digital.

Um cliente nunca passará de ser um cliente, a menos que façamos algo por isso. Se nos limitarmos a vender aquilo que nos pedem, iremos ter clientes. Agora quando nos focamos nas suas necessidades e, em vez de um produto ou serviço vendermos uma solução com interesse genuíno na resolução do problema do nosso cliente, ganhamos uma relação para a vida.

Seja um produto, serviço, ou projecto que a nossa empresa comercialize, a pergunta que nos devemos fazer é:

– De que forma a minha oferta ajuda a solucionar o problema do nosso cliente?

 

Esperamos que tenha gostado do que aqui partilhamos.

Gostaríamos que respondesse ao nossos questionário de forma a que nós consigamos trazer temas que, embora dentro deste contexto, possam ir de encontro ás vossa necessidades ou desafios que estejam a atravessar neste momento.

http://questionario.hostinet.pt


Pode assistir à formação que deu voz ao artigo: 

 


 

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