02 Jul 2018

RGPD – O que mudou e como podemos ajudá-lo

Saiba tudo sobre o novo Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD)!

O que mudou e como podemos ajudá-lo.

Toda a atenção é pouca porque as multas são a doer!

Mas afinal o que muda?

Se representa uma organização, vai ter de conseguir provar que cumpre o regulamento caso a entidade fiscalizadora, que é a Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD), o aborde para esse efeito. Já enquanto cidadão europeu, passa a ter mais direitos enquanto titular de dados pessoais. Desde logo, só podem ser recolhidos dados seus com o seu consentimento — e mesmo essa autorização é revogável. Em teoria, passa também a haver mais transparência quanto ao tratamento que as empresas dão às suas informações.

Enquanto, até aqui, as empresas que precisavam de recolher e tratar dados tinham de pedir autorização à CNPD, agora o caso muda de figura. Não é precisa autorização, mas existem regras.E é preciso ter-se a capacidade, enquanto organização, de provar que se está em conformidade. Chama-se a isso um modelo de “autorregulação”. Cada companhia tem de ser capaz de identificar os fluxos de dados que existem internamente, quer dos clientes, quer dos funcionários, quer dos fornecedores. Depois, tem de garantir que tem consentimento de todos para recolher, armazenar e usar esses dados. E aqui reside a principal questão e que deve ter em atenção.

Para o efeito, esse consentimento tem de ser expresso. Do género: “Precisamos dos seus dados para este fim específico. Vamos usá-los durante este período de tempo. Autoriza? Sim ou não?”. Ou seja, deixa de ser legal a via seguida por muitos até aqui, que era a de partir do pressuposto de que há consentimento, ou facilitar este processo. Deixam também de ser legais aquelas indicações de que “se está a usar o nosso site, é porque aceita que nós usemos os seus dados”, ou outras coisas do género. Agora, tem de haver um mecanismo mais apertado. Algo como “Podemos usar os seus dados? Sim? Não?”. E tem de ser o utilizador a marcar a caixa do “sim” e a dar, de forma efetiva e expressa, esse mesmo consentimento.

Depois, as empresas também devem garantir formas de encriptação dos dados no processo de armazenamento, para aumentar o nível de segurança, e adaptar os seus sistemas internos para que tudo esteja em conformidade.

Outro dado fundamental é de algumas empresas estarem a partir de agora obrigadas a ter uma pessoa responsável pela proteção de dados. Essa figura chama-se “Encarregado de Proteção de Dados”, ou DPO (de Data Protection Officer), que pode ser nomeado internamente ou contratado. Deverá ser alguém capaz de entender a parte legal do regulamento e a parte técnica que o mesmo envolve. Além de ter a missão de garantir a conformidade no seio da empresa, deve ter espaço para escalar até à administração os problemas que vier a identificar, sugerindo formas de os resolver e envolvendo-se também na sua resolução.

Saiba ainda que as empresas são obrigadas a reportar brechas e falhas de segurança que comprometam os dados. Basta perder uma pen drive ou um computador da empresa para que esta fique obrigada a informar a CNPD desse facto.

Importa ainda perceber que estão abrangidas todas as organizações públicas e privadas. Até um simples blogue é obrigado a estar em conformidade com o novo regulamento, pois pode guardar dados dos leitores que acedem, comentam, e por aí em diante.

O melhor é estar preparado para evitar multas.

Contacte-nos, nós ajudamo-lo a preparar as suas ferramentas de marketing digital de acordo com o novo regulamento.

Ajustamos todas as ferramentas: websites institucionaislojas onlineblogsnewsletteremail-marketing.

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26 Nov 2017

Black Friday – A verdade nua e crua

Este fim de semana celebra-se, um pouco por todo o mundo, um evento denominado Black Friday, ou Sexta-feira Negra (traduzido).

 

Para os mais curiosos, este evento teve o seu pontapé de saída no inicio dos anos 90, e é comemorado na sexta feira a seguir ao dia de acção de graças que se celebra na 4ª quinta-feira do mês de Novembro, também nos Estados Unidos da América.

O grande objetivo é proporcionar um momento único de compra a preços arrebatadores que, de outra forma, eram quase impossíveis de se conseguirem. Para que isso aconteça na perfeição, existem acordos celebrados com todos os fornecedores das empresas, de maneira a que, entre as duas partes, se consigam “ratar” as margens de lucro, de maneira a premiar da melhor forma o consumidor final.

 

Tendo uma forte expressão no mercado tradicional, com especial foco para artigos de valor mais elevado, como tecnologia e informática (por exemplo), começou a ganhar terreno, e grande adesão, no mercado digital, com algumas empresas dentro da prestação de serviços a iniciarem as suas “Black Fridays”.

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28 Out 2017

A importância do marketing digital nas empresas

Todos sem excepção queremos uma vida boa! Isto que fique claro, e não tem mal nenhum nisso, antes pelo contrário. O problema é que a maioria de nós não tem definido (com exactidão), o que significa uma vida boa.

A hostinet percebeu que o significado de uma vida boa, para a maioria dos nossos clientes, é uma vida com mais e melhores resultados, sejam eles em que áreas forem.

Esta reestruturação que fizemos nos últimos anos tem como um dos grandes objetivos, proporcionar as ferramentas e o conhecimento para que se reúnam as condições ao desenvolvimento das competências que conduzem a uma vida com mais e melhores resultados, no fundo, a uma vida boa.

Percebemos no entanto que existem uma série de lacunas nas estruturas empresarias dos nossos clientes, parceiros, e amigos, que dificultam o progresso rumo aos seus objectivos.

Uma das mais evidentes tem a ver com a comunicação que estão a fazer, e para onde!

Costumamos ver com regularidade empresas a comunicarem de uma forma completamente desenquadrada com os tempo que correm para um publico que não está minimamente interessado no que tem para dizer e oferecer. Ou seja, fora do seu nicho de mercado.

Para entender um pouco melhor o que se está a passar “lá fora”, e de que forma os mercados estão a comunicar, um senhor chamado Philip Kotler, descreveu de forma representativa, o marketing em 3 estágios diferentes – 1.0, 2.0, 3.0.

Ainda assim, continuam a existir estruturas empresariais que questionam a importância de uma boa estrutura de marketing digital, nas empresas.

  • Permite desenvolver uma relação com as pessoas, muito antes de se tornarem clientes. Aliás, existem muitos seguidores que, sem que ainda se tenham tornado clientes, referenciam as empresas aos seus círculos de influencia;
  • Aumenta de forma exponencial a credibilidade da empresa, uma vez que o valor começa a ser partilhado com uma audiência que pode, ou não, ser cliente;
  • É um processo de compra classificado como “Pull” ao invês do “Push”;
  • Permite conhecer a empresa de vários “ângulos”, perspectivas, percebendo também que tipo de cultura promovem;
  • É actual. Permite uma facilidade de acesso à sua plataforma virtual feita desde qualquer dispositivo móvel;
  • Diferencia qualquer empresa, dos demais players do mercado.

Para completar esta lista, vamos conhecer também algumas das vantagens que uma estrutura desta natureza proporciona:

  • Mais rápido;
  • Mais económico;
  • Mais actual;
  • Mais automatizado;
  • Mais monetizável;
  • Mais mensurável;
  • Mais flexível;
  • Mais livre;
  • Mais “Sexy”;
  • Mais altruísta;
  • Mais e melhores resultados

 

Posto isto, existe uma pergunta que qualquer empreendedor, rendido às evidências, se deve estar a colocar:

– O quê, como, e quando fazer?

Sendo esta uma das perguntas mais pertinentes e importantes, quando abordamos este tema, preparámos uma lista de 7 passos que qualquer empresa, empresário, ou empreendedor, deve percorrer se quiser desenvolver com sucesso uma presença digital profissional, sustentada e, acima de tudo, atractiva.

 

1º Passo – Montar um Blog ou Site.

Bill Gates proferiu uma célebre frase que diz o seguinte:

“Se o seu negócio não está na internet, ele não existe!”

Este passou a ser o cartão de visita da sue estrutura empresarial. Muito antes de alguém se tornar seu cliente vai, provavelmente “cuscar” aquilo que tem para oferecer.

Não tanto os produtos ou serviços que tenha para oferecer, mas sim de que forma, uma pessoa normal e comum pode beneficiar com eles (não se esqueça que comunicamos nume era onde os valores de uma empresa tomaram grandes proporções).

Seja generoso/a com este passo, e cuide bastante desta parte, pois tal como nunca teremos uma segunda hipótese de causar uma boa primeira impressão no mercado tradicional, também aqui o mesmo principio se aplica!

 

2º Passo – Subscrever um “armazém de contactos” – autorresponder.

A maior parte das pessoas que tem uma presença no mercado digital nem sabe o que este passo significa. Pensam que depois de ter um site ou blog bem montado e “apetitoso” podem começar a divulgá-lo nas redes sociais com o intuito de se fazerem vendas. Há quem espere sentado atrás de um monitor que as primeiras “notas de encomenda” comecem a chegar! Depois, como tal não acontece (ao menos à velocidade e com a intensidade esperada), criticam o site, o blog, ou o programador que lhes montou a estrutura por ter feito algo que não funciona.

Ter um autorresponder significa ter um espaço onde, quem nos visita, pode subscrever as nossas listas, permitindo dessa forma que nos comuniquemos com uma maior proximidade com essas pessoas. Tal como quando visitamos um site ou um blog e, por gostarmos tanto da informação que lá se partilha, procuramos com entusiasmo subscrever a newsletter na esperança de que nos continuem a enviar tão bom conteúdo – é assim que funciona!

Este serviço, para além dessa funcionalidade, armazena outras de igual importância, permitindo uma comunicação mais directa e pessoal com esses contactos com o envio de emails.

3º Passo – Gerar tráfego

Depois de montada esta parte podemos, e devemos, começar a “mandar” pessoas para a nossa estrutura, pois ela encontra-se devidamente preparada para as receber – como deve de ser.

Este tráfego pode vir de vários locais na internet, mas o mais comum é o que vem das redes sociais, depois de partilharmos devidamente o nosso conteúdo.

Também aqui nós podemos aumentar o fluxo de visitas ao nosso espaço se optarmos por formas de gerar tráfego pagas. O que nós aconselhamos, numa fase inicial, é que se centre apenas na partilha de conteúdo de qualidade nas redes sociais, sem nunca menosprezar o ranqueamento SEO ( Search Engine Optimization), que deriva do conteúdo escrito. Esta é a parte que o Google mais gosta, e que muito nos interessa, uma vez que tem a ver com tráfego orgânico, resultante das pesquisas que as pessoas fazem.

 

4º Passo – Capturar contactos interessados na nossa comunicação.

Nem todos se vão identificar com a nossa mensagem. Aliás, nem nós queremos “vender tudo a todos”! Vai existir uma pequena percentagem de pessoas (depende do produto, serviço, ou projecto que estejamos a desenvolver), que se identificam realmente com a nossa mensagem, e até aprendem com ela.

São esses os contactos que se vão querer aproximar de nós para que, de uma forma mais pessoal, nos comuniquemos com eles.  Tal como referimos no passo 2, conseguem essa proximidade colocando os seus dados nos formulários que se encontram nas nossas estruturas digitais (sites e blogs), fornecidos pelos autorresponders.

Chamamos a este processo, captura de contactos.

 

5º Passo – Desenvolver uma relação com esses contactos

O passo seguinte, depois de capturados os contactos, é desenvolver uma relação com eles. Nunca nos podemos esquecer que o relacionamento aumenta na medida do valor, do cuidado, e do interesse que genuinamente partilhamos com a nossa lista.

Queremos acima de tudo que as pessoas se sintam bem connosco, e que , se possível, aprendam com esta relação. Independentemente de se tornarem cliente ou não, se essas pessoas sentirem conforto na nossa comunicação, vão nos referenciar ao seu circulo de amigos e contactos próximos. É aqui onde a magia desta comunicação começa!

 

6º Passo – Criar uma oferta

De nada serve seguirmos os passos atrás descritos se não estruturarmos uma boa oferta. Um produto ou serviço que queiramos comercializar.

Assiste-se com regularidade a estruturas digitais que passam a vida a “alimentar” os seus seguidores com bom conteúdo, mas que depois não conseguem ganhar a sustentabilidade necessária para manter as estruturas vivas. Não teria problema se o objectivo fosse só o da partilha altruísta e filantropa de formação e informação.

Toda esta comunicação serve, no fundo, um propósito, aumentar a facturação da empresa.

 

7º Passo – Ajudar genuinamente os nossos clientes a terem mais e melhores resultados.

Este passo é só para quem quer ter resultados extraordinários com as suas empresas, começando pela parte digital.

Um cliente nunca passará de ser um cliente, a menos que façamos algo por isso. Se nos limitarmos a vender aquilo que nos pedem, iremos ter clientes. Agora quando nos focamos nas suas necessidades e, em vez de um produto ou serviço vendermos uma solução com interesse genuíno na resolução do problema do nosso cliente, ganhamos uma relação para a vida.

Seja um produto, serviço, ou projecto que a nossa empresa comercialize, a pergunta que nos devemos fazer é:

– De que forma a minha oferta ajuda a solucionar o problema do nosso cliente?

 

Esperamos que tenha gostado do que aqui partilhamos.

Gostaríamos que respondesse ao nossos questionário de forma a que nós consigamos trazer temas que, embora dentro deste contexto, possam ir de encontro ás vossa necessidades ou desafios que estejam a atravessar neste momento.

http://questionario.hostinet.pt

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09 Fev 2016

0 to 255 ferramenta útil para web designers

0 to 255 é uma ferramenta bastante útil e muito simples que  dá uma excelente ajuda a web designers a encontrar variantes das tonalidades de uma cor.

Parece uma ferramenta com pouca utilidade ou nenhuma, mas é muito prática para o dia a dia de um web designer que trabalhar com cores no desenvolvimento de layouts.

Com a ferramenta 0 to 255 tudo se vai tornar mais fácil de achar o hexadecimal das cores e ir de encontro à tonalidade ideal para variar a cor.

Vai poupar muito tempo com os testes de cores.

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22 Jan 2016

5 erros que as empresas cometem nas redes sociais

Já não é novidade que ter um bom relacionamento com os clientes nas redes sociais pode aumentar as vendas e levar sua marca ao sucesso. Mas, mesmo sabendo disso, algumas empresas cometem erros simples, que podem prejudicar a imagem da sua empresa. Confira abaixo quais são os erros e o que fazer para evitá-los:

Criar perfis em todas as redes

Muitas empresas têm contas em diversas redes, mas não sabem para que servem, qual o tipo de conteúdo a postar e, o principal, se o público-alvo está presente nessas plataformas. O Tumblr, Snapchat e o Whatsapp, por exemplo, são muito usados pelo público jovem. Se o seu negócio é voltado para esse segmento, vale investir. Caso contrário, continue com as redes tradicionais e aperfeiçoe o seu conteúdo.

Muitas páginas de uma mesma empresa

Centralize todo o conteúdo em apenas uma página/perfil em cada rede. Se a sua marca tiver várias lojas e, se cada uma delas criar uma fanpage, por exemplo, a possibilidade de que o público tem em partilhar conteúdo que talvez não tenha a ver com sua empresa, aumenta e isso pode gerar confusão. O clichê “menos é mais” deve ser levado em conta neste ponto.

Confundir perfil com fanpage

Crie uma fanpage para o seu negócio e não um perfil. Se não sabe como fazer, pesquise, peça ajuda! Assim é possível entregar as suas publicações para um número maior de pessoas, investir em anúncios dentro da rede e patrocinar as suas publicações.

Não investir no Twitter

O Twitter está de volta com tudo em 2015. Logo, é bom investir na rede. Aproveite-o para fazer cobertura em real time de eventos da sua empresa ou de ações que ela esteja presente.

Não se preocupar com o conteúdo

Preocupe-se sempre com o que vai publicar. Antes de divulgar algo, pesquise! Confira se aquela informação realmente é verídica, perceba se ela de fato tem a ver com quem utiliza o seu produto/serviço. Também é importante ficar atento aos erros gramaticais. Tem dúvida? Consulte um dicionário ou pergunte para alguém que possa ajudar. Uma informação bem redigida e bem direcionada pode fazer do seu negócio, uma referência.

Dica extra: Pesquise! As redes sociais mudam muito rápido e, às vezes, a forma como esta a trabalhar nelas já não vale para a atualidade. É importante estar sempre atento no mundo digital para fazer um bom trabalho e levar ao o público alvo conteúdo de qualidade.

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01 Jul 2014
05 Mai 2014

Backup, backup, backup!

Diariamente recebemos dezenas de pedidos para reposição de backups e constatamos que a grande maioria dos clientes não executa qualquer backup dos seus websites. Correndo assim o risco de perder muitos meses e até anos de trabalho sem qualquer necessidade visto que podiam ter todos os dados salvaguardados de uma forma muito simples através de um simples clique.

A Hostinet têm configurados sistemas de backups diários, mas não são infalíveis e em última análise pode ser o cliente a perder toda a informação.

Por esta razão, optamos por escrever um artigo sobre a importância de executar backups.

No painel de control C-Panel é bastante simples executar backups dos conteúdos, para isso basta que aceda à área “Backups” e selecine a opção para gerar backup de todo o conteúdo, de seguida acede-se por FTP e procede-se ao download do ficheiro criado. Após terminda a transferência elimina-se o ficheiro.

Estes simples passos garantem a salvaguarda de todos os conteúdos do alojamento, incluindo emails, bases de dados, ficheiros, configurações, etc.

Sugerirmos ainda a execução de backups periodicamente e sempre que se proceda a atualizações importantes nos conteúdos do plano.

Como referi anteriormente a Hostinet tem sistemas de backups implementados mas é fundamental que os clientes continuarem a executar a backup dos seus conteúdos, salvaguardando qualquer eventualidade.

Esperamos que este artigo tenha sido um alerta para o incentive a executar backups sempre que efetuar alterações significativas no seu alojamento.

Já imaginou o que poderia acontecer se perdesse todo o seu conteúdo online?

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13 Jan 2013

Como parar os emails de Spam e Phishing?

Hoje em dia mais de 90% dos e-mails estimasse que sejam puro Spam, mas o pior é que existe algo dentro das mensagens em massa que é ainda pior que o próprio Spam, ou seja, as mensagens de Phishing.

As mensagens de Phishing são basicamente e-mails enviados por pessoas mal-intencionadas de forma a que o destinatário da mensagem leia e execute uma determinada acção. Um dos exemplos são mensagens de e-mail que parecem ter sido enviadas pela sua entidade bancária, mas que não passam de mensagens de e-mail para o levar a um formulário de um site espelho e dessa forma roubarem os seus dados.

O objetivo deste post é apresentar algumas dicas, técnicas e ferramentas que poderá utilizar para minimizar ou até mesmo parar por completo a recepção deste tipo de e-mails.

Ativar DKIM e SPF

DKIM (DomainKeys Identified Mail) é um método de autenticação de e-mails que pode encontrar no painel de controlo (cPanel) do seu serviço de alojamento que permite assinar digitalmente os e-mails e identificar o responsável pelo envio do mesmo, possibilitando assim que os utilizadores e clientes de e-mail consigam distinguir se um determinado e-mail é legitimo ou foi forjado.

SPF (Sender Policy Framework) é um sistema de e-mail criado para verificar a identidade de um domínio com um determinado endereço de IP, permitindo assim identificar se um determinado servidor está autorizado a enviar mensagens com endereços daquele domínio.

SpamAssassin e BoxTrapper

O SpamAssassin é uma ferramenta anti-spam que permite filtrar mensagens de e-mail recebidas na sua caixa de correio utilizando vários algoritmos e técnicas, como por exemplo a filtragem de spam Bayesian e testes de rede através de determinadas Blacklists (RBL).
No final é obtido um valor de pontuação da mensagem, podendo o cliente definir a partir de que valor é que o e-mail deverá ser considerado Spam e descartado automaticamente.

O BoxTrapper por sua vez funciona de uma forma diferente, sendo necessário o remetente da mensagem confirmar o desejo de envio do e-mail antes que este seja entregue na caixa de correio do destinatário, através do envio de uma mensagem automática para o endereço de e-mail do remetente com um endereço único para validação.

Verifique os URLs

Por muito autêntica que lhe pareça uma mensagem de e-mail, seja devido ao design ou à forma como o mesmo está escrito, confirme sempre se os endereços finais são os do site do remetente. Por exemplo, no caso do e-mail ser do seu banco, verifique sempre se o endereço quando clica em algum link é o do seu banco e desconfie sempre quando o e-mail tenha ficheiros anexados com extensões desconhecidas.

Se seguir todos os passos acima indicados e utilizar as ferramentas em questão, poderá facilmente reduzir a recepção e o envio de e-mails de spam com e para os endereços do seu domínio.

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